Chegou quem faltava...O frio! E com ele as vendas.
Estava mais que na hora!
Domingo, 7 de Junho de 2009
Sábado, 6 de Junho de 2009
O fim do atacarejo!
"É o fim do atacarejo", palavras de Abilio Diniz. A modalidade "atacarejo"tem os seus dias contatos, quem aproveitou a onda, aproveitou, quem não aproveitou não aproveitara mais, pelo menos a médio e longo prazo.
Sem dúvida, a modalidade do atacarejo teve um impacto interessante junto aos consumidores, porém a longo prazo tende a ser prejudicial às empresas, uma vez que as margens vão se reduzindo. Para atrair o consumidor a aumentar seu volume de compras, oferecem-se produtos com preços reduzidos desde que a quantidade comprada de um mesmo item seja maior. Troca-se margem por volume de vendas.
Teoricamente ao aumentar o volume de vendas, aumentam na mesma proporção os custos operacionais para suportar a demanda...Mais gente, mais espaços, mais logística envolvida.
Na contramão disso tudo a margem não aumenta, pelo contrário, tende a ser cada vez menor, pois o consumidor passa a exercer uma pressão cada vez maior para redução dos preços e das quantidades a serem compradas.
Na epoca de vacas magras, de crise, o empresário tentado (ou deseperado) a aumentar as vendas reduz as quantidades exigidas para obter o beneficio do preço de atacado...lá se vão margens e volume de vendas. É uma grande armadilha, que as empresas já perceberam ou melhor sentiram não só na pele, mas sentiram na carne...Varejo é varejo, atacado é atacado!
Sem dúvida, a modalidade do atacarejo teve um impacto interessante junto aos consumidores, porém a longo prazo tende a ser prejudicial às empresas, uma vez que as margens vão se reduzindo. Para atrair o consumidor a aumentar seu volume de compras, oferecem-se produtos com preços reduzidos desde que a quantidade comprada de um mesmo item seja maior. Troca-se margem por volume de vendas.
Teoricamente ao aumentar o volume de vendas, aumentam na mesma proporção os custos operacionais para suportar a demanda...Mais gente, mais espaços, mais logística envolvida.
Na contramão disso tudo a margem não aumenta, pelo contrário, tende a ser cada vez menor, pois o consumidor passa a exercer uma pressão cada vez maior para redução dos preços e das quantidades a serem compradas.
Na epoca de vacas magras, de crise, o empresário tentado (ou deseperado) a aumentar as vendas reduz as quantidades exigidas para obter o beneficio do preço de atacado...lá se vão margens e volume de vendas. É uma grande armadilha, que as empresas já perceberam ou melhor sentiram não só na pele, mas sentiram na carne...Varejo é varejo, atacado é atacado!
Terça-feira, 19 de Maio de 2009
Cadê o frio?
Já passamos da primeira metade de maio e cadê o frio?
As empresas de moda estão antecipando cade vez mais as suas coleções...em janeiro já tinhamos inúmeras lojas no Bom Retiro oferendo suas coleções de inverno.
Inverno em janeiro? Antes do carnaval?
Cadê o clima?
Pois bem, até o momento o frio não deu o "ar da graça", com exceção do último final de semana (dias 15,16 e 17), os termometros não ajudaram em nada a venda dos produtos de inverno!
Tudo indica que o frio virá, e deverá permanecer, mas tardiamente (ou sei lá, talvez na hora que realmente deva aparecer.). O grande problema é que já tem gente colocando "Liquidação de inverno" em suas vitrines...Ora, ora, ora, não tivemos o gostinho da venda de inverno ainda, e já estão falando em liquidar. No momento em que deveríamos vender com margem, pois o clima ajudaria, vamos ser obrigados a seguir este mercado louco de antecipações e detonar os preços e com eles a lucratividade.
É preciso bom senso, senão vamos lançar a coleção de verão no momento em que os termometros apontarem para as baixas temperaturas.
As empresas de moda estão antecipando cade vez mais as suas coleções...em janeiro já tinhamos inúmeras lojas no Bom Retiro oferendo suas coleções de inverno.
Inverno em janeiro? Antes do carnaval?
Cadê o clima?
Pois bem, até o momento o frio não deu o "ar da graça", com exceção do último final de semana (dias 15,16 e 17), os termometros não ajudaram em nada a venda dos produtos de inverno!
Tudo indica que o frio virá, e deverá permanecer, mas tardiamente (ou sei lá, talvez na hora que realmente deva aparecer.). O grande problema é que já tem gente colocando "Liquidação de inverno" em suas vitrines...Ora, ora, ora, não tivemos o gostinho da venda de inverno ainda, e já estão falando em liquidar. No momento em que deveríamos vender com margem, pois o clima ajudaria, vamos ser obrigados a seguir este mercado louco de antecipações e detonar os preços e com eles a lucratividade.
É preciso bom senso, senão vamos lançar a coleção de verão no momento em que os termometros apontarem para as baixas temperaturas.
Segunda-feira, 20 de Abril de 2009
A força do varejo!
Os números do varejo estão na contra-mão da crise. Indices positivos mostram que o varejo está conseguindo driblar a crise.
Nós da Trinângulo Moda, estamos investindo no segmento e em breve iremos inaugurar mais uma loja, desta vez em um conceituado shopping em São Paulo.
Trata-se de um avanço estratégico e planejado na direção de nos consolidarmos como Marca e aproximá-la cada vez mais do público consumidor. É uma atitude de coragem diante de um cenário de tantas incertezas. Mas para nós continua valendo a máxima de que: "Quem não cresce, encolhe!".
Nós da Trinângulo Moda, estamos investindo no segmento e em breve iremos inaugurar mais uma loja, desta vez em um conceituado shopping em São Paulo.
Trata-se de um avanço estratégico e planejado na direção de nos consolidarmos como Marca e aproximá-la cada vez mais do público consumidor. É uma atitude de coragem diante de um cenário de tantas incertezas. Mas para nós continua valendo a máxima de que: "Quem não cresce, encolhe!".
Domingo, 29 de Março de 2009
Rede de lojas Ponto Frio volta a se colocar à venda!
GUILHERME BARROS
Colunista da Folha de S.Paulo
A Ponto Frio informou a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre a intenção de venda da rede de lojas. Lily Safra, viúva do bilionário banqueiro Edmond Safra e acionista majoritária da rede, já tentou negociar as lojas há cerca de dois anos.
A iniciativa foi retomada, agora, diante das dificuldades de sucessão do negócio. O banco Goldman Sachs foi contratado para efetuar a venda.
No comunicado ao mercado, a Globex Utilidades (companhia que opera a marca Ponto Frio) informou que, "segundo informação dos acionistas controladores, até a presente data não foi recebida qualquer proposta firme e vinculante para a aquisição do controle".
Em dezembro de 2007, a Ponto Frio também anunciou plano de venda, mas desistiu com o preço das ações em queda. Pouco antes, a empresa efetuou uma reestruturação organizacional, para reduzir diretorias e 250 funcionários da administração. A medida, segundo a empresa, teve por objetivo simplificar e acelerar os processos decisórios e a gestão da rede.
O objetivo, conforme orientação do Goldman Sachs, é fazer a venda do controle da empresa e não uma OPA (oferta pública de ações) --mesma recomendação feita pela instituição financeira na tentativa anterior de venda da rede de varejo.
Na ocasião, o dólar transitava na casa dos R$ 1,80 e a ação da empresa era avaliada em R$ 20. Agora, a divisa norte-americana está cotada em torno de R$ 2,30, e a ação do Ponto Frio, em R$ 5.
Colunista da Folha de S.Paulo
A Ponto Frio informou a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) sobre a intenção de venda da rede de lojas. Lily Safra, viúva do bilionário banqueiro Edmond Safra e acionista majoritária da rede, já tentou negociar as lojas há cerca de dois anos.
A iniciativa foi retomada, agora, diante das dificuldades de sucessão do negócio. O banco Goldman Sachs foi contratado para efetuar a venda.
No comunicado ao mercado, a Globex Utilidades (companhia que opera a marca Ponto Frio) informou que, "segundo informação dos acionistas controladores, até a presente data não foi recebida qualquer proposta firme e vinculante para a aquisição do controle".
Em dezembro de 2007, a Ponto Frio também anunciou plano de venda, mas desistiu com o preço das ações em queda. Pouco antes, a empresa efetuou uma reestruturação organizacional, para reduzir diretorias e 250 funcionários da administração. A medida, segundo a empresa, teve por objetivo simplificar e acelerar os processos decisórios e a gestão da rede.
O objetivo, conforme orientação do Goldman Sachs, é fazer a venda do controle da empresa e não uma OPA (oferta pública de ações) --mesma recomendação feita pela instituição financeira na tentativa anterior de venda da rede de varejo.
Na ocasião, o dólar transitava na casa dos R$ 1,80 e a ação da empresa era avaliada em R$ 20. Agora, a divisa norte-americana está cotada em torno de R$ 2,30, e a ação do Ponto Frio, em R$ 5.
Sexta-feira, 27 de Março de 2009
Serasa: atividade do comércio cresceu 3,9% em fevereiro
Serasa: atividade do comércio cresceu 3,9% em fevereiro
CAROLINA RUHMAN - Agencia Estado
SÃO PAULO - A atividade do comércio varejista no País cresceu 3,9% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, mostra levantamento da Serasa Experian. O resultado aponta desaceleração ante o desempenho do comércio em janeiro, quando o indicador registrou alta de 5,1% em base anual, e em dezembro, quando o indicador avançou 7,5%, também em base anual.É a primeira vez que a Serasa Experian divulga o indicador de atividade do comércio, elaborado a partir das consultas do setor à base de dados da empresa, que se estende até janeiro de 2000 para o segmento.O comércio varejista, segundo a Serasa, teve expansão de 4,5% no primeiro bimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2008. A alta foi puxada pelo crescimento de 8,6% da atividade nas lojas de eletroeletrônicos, móveis e informática; seguido por combustíveis e lubrificantes, com aumento de 6,1%; veículos e motos e peças, com avanço de 5,9%; e hipermercados, supermercados e o varejo de alimentos e bebidas, que tiveram expansão de 2,6%. Já as lojas de material de construção tiveram uma queda 8,8% no período, enquanto vestuários e calçados recuaram 2,8%.
CAROLINA RUHMAN - Agencia Estado
SÃO PAULO - A atividade do comércio varejista no País cresceu 3,9% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado, mostra levantamento da Serasa Experian. O resultado aponta desaceleração ante o desempenho do comércio em janeiro, quando o indicador registrou alta de 5,1% em base anual, e em dezembro, quando o indicador avançou 7,5%, também em base anual.É a primeira vez que a Serasa Experian divulga o indicador de atividade do comércio, elaborado a partir das consultas do setor à base de dados da empresa, que se estende até janeiro de 2000 para o segmento.O comércio varejista, segundo a Serasa, teve expansão de 4,5% no primeiro bimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2008. A alta foi puxada pelo crescimento de 8,6% da atividade nas lojas de eletroeletrônicos, móveis e informática; seguido por combustíveis e lubrificantes, com aumento de 6,1%; veículos e motos e peças, com avanço de 5,9%; e hipermercados, supermercados e o varejo de alimentos e bebidas, que tiveram expansão de 2,6%. Já as lojas de material de construção tiveram uma queda 8,8% no período, enquanto vestuários e calçados recuaram 2,8%.
Segunda-feira, 23 de Março de 2009
Sob Pressão.
Não existe mais em nenhum lugar do mundo um trabalho que não envolva pressão...
São prazos a serem cumpridos, contratos a serem honrados, produtos a serem entregues, preços a serem mantidos...
Por mais tranqüilo que possa parecer um trabalho, ele sempre terá um objetivo, e sempre sofrerá pressão para que esse objetivo seja alcançado...
Na montagem de uma linha de produto, a pressão começa muito antes do produto estar à venda nas prateleiras e só termina quando o consumidor se dá por satisfeito ao adquiri-lo, o que só ocorre muito depois que ele sai da loja e o produto já está sendo usado!
Qualidade, preço, moda, estilo, tendências, cores, modelagens, prazos, são apenas alguns dos atributos envolvidos no desenvolvimento de um produto...
Além de tudo isso, ainda existe a gestão do resultado...metas de venda, lucratividade, proporções de estoque, giro, tempo de cobertura, mark ups e mark downs, itens de catalogo e etc, são pontos de muita pressão sobre as equipes de produto!
Aliado ou contrário a tudo isso ainda existe o mercado...
Nestes momentos onde a crise está presente, a pressão torna-se ainda quase que insuportável!
Portanto temos que valorizar o trabalho das equipes de produto, que seguem firmes, dando notoriedade as marcas!
Para eles a criatividade é fundamental, mas a gestão também é fundamental...
Para eles a principal hierarquia é a hierarquia das idéias que driblam as crises e aliviam as pressões, pois diferenciam as marcas e as tornam únicas e exemplares naquilo que fazem.
São prazos a serem cumpridos, contratos a serem honrados, produtos a serem entregues, preços a serem mantidos...
Por mais tranqüilo que possa parecer um trabalho, ele sempre terá um objetivo, e sempre sofrerá pressão para que esse objetivo seja alcançado...
Na montagem de uma linha de produto, a pressão começa muito antes do produto estar à venda nas prateleiras e só termina quando o consumidor se dá por satisfeito ao adquiri-lo, o que só ocorre muito depois que ele sai da loja e o produto já está sendo usado!
Qualidade, preço, moda, estilo, tendências, cores, modelagens, prazos, são apenas alguns dos atributos envolvidos no desenvolvimento de um produto...
Além de tudo isso, ainda existe a gestão do resultado...metas de venda, lucratividade, proporções de estoque, giro, tempo de cobertura, mark ups e mark downs, itens de catalogo e etc, são pontos de muita pressão sobre as equipes de produto!
Aliado ou contrário a tudo isso ainda existe o mercado...
Nestes momentos onde a crise está presente, a pressão torna-se ainda quase que insuportável!
Portanto temos que valorizar o trabalho das equipes de produto, que seguem firmes, dando notoriedade as marcas!
Para eles a criatividade é fundamental, mas a gestão também é fundamental...
Para eles a principal hierarquia é a hierarquia das idéias que driblam as crises e aliviam as pressões, pois diferenciam as marcas e as tornam únicas e exemplares naquilo que fazem.
Assinar:
Postagens (Atom)
